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Alcântara Terra de cavaleiros

Navegando entre sensasões e aventuras. Torneando uma beleza salvagem, que não te deixará indiferente

Navegando sobre o leito do rio Tejo, entre o Parque Nacional de Monfragüe e o Parque Natural do Tejo Internacional, saindo da represa de Alcântara e, seguindo o curso, remontaremos o leito do rio Alagón para continuar por um lindo espaço natural protegido, podendo chegar até um local de importância comunitária em Extremadura como é considerado Los Canchos de Ramiro, onde se unem dois afluentes do Tejo, o rio Alagón e o Arrago e que está situado na parte central da serrania de São Pablo, valorada como uma das Zonas especial de Proteção de Aves Zona ZEPA de Espanha.

Navegaremos por um corredor da biodiversidade único graças à imensidade da represa, que em alguns tramos parece mar, de facto, no momento da sua construção foi a maior de Europa Ocidental, e a peculiar orografia que acompanha, povoada por uma grande diversidade de espécies animais e vegetais,

Alcântara, municipio Cacerenho carregado de história, foi fundado pelo emperador Trajano e os visigodos e chamaram-lhe Oliva.

O nome de Alcântara provém da invasão musulmana, que denominaram esta localidade como ”Al-qantarat”, que em árabe significa ”A ponte”, em referência à ponte romana. Além da ponte, o património cultural de Alcântara é amplo, com grande número de ermidas, igrejas e conventos, arcos e pontes, destacando o Conventual de São Benito, a igreja de Santa Maria de Almocóvar ou a ponte romana de Segura.

O município é conhecido pela Ordem de Alcântara, a ponte de Alcântara e o Bronze de Alcântara, assim como por ser o local de nascimento de São Pedro de Alcântara padroeiro de Extremadura

A ponte romana de Alcântara, foi o mehor canto 2014 na Guia Repsol

Fauna e flora na represa de Alcântara

Neste espaço natural destacam as aves rupícolas, aquelas que aninham nas rochas, devido a que as margens dos rios Tejo e Alagón apresentam abudantes terrenos escarpados de grande importância para nidificar.

Durante os cruzeiros fluviais, a represa de Alcântara conforma uma zona de pantanal, que vai permitir-nos observar os abutres aleonados e as águias junto à fauna que encontra-se neste espaço natural protegido.

Diversidade da flora, que enriquece cualquer estação do ano

Grande variedade botânica das formações vegetais onde destacarmos a grande riqueza e a alternância entre a paisagem de devesa, vegetação de matagal, vegetação de ribeira e mata de galeria numa viagem pelo leito do rio Tejo e Alagón

Peixes e outras espécies

Faremos menção também, à elevada riqueza da piscicultura deste espaço natural. Destacaremos as 4 espécies endémicas da bacia do Tejo: a Boga e o Barbo entre outros que convivem com grandes espécies depredadoras centro-européias como a  Lúcio-Perca ou o Siluro e também de origuem asiático como a Carpa, além disto, nesta zona poderemos encontrar várias espécies de tritões, entre os que destacam o pleurodelo, que é o maior anfíbio caudado da Europa, podendo medir até 30 cm de comprimento.

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