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Parque Natural do Tejo Internacional

 

Mais de 50.000 hectares de natureza em estado puro.

Um paraiso entre Espanha e Portugal

 

Na aguçada ponta que Extremadura pica o costado luso, localiza-se um teritório único pela sua beleza, desconhecido e emocionante. Uma terra povoada desde tempo imemoráveis, regada por um rio sgrado que antigamente separava-nos e que hoje volta a unir a espanhóis e portugueses na anelada Iberia saramaguiana: o Parque do Tejo Internacional, ou Tajo Internacional, olhando do outro lado, é agora mais que nunca um desafio e um modelo de esforço em comum; a última fronteira natural da ”Velha Europa”.

O Parque do Tejo Internacional extende-se sobre a superficie de 25.088 hetares na parte espanhola e 26.484 hetares na parte portuguesa, sendo este território declarado como Parque Natural no ano 2000 em Portugal, embroa, até o ano 2006 não se declarou Parque Natural em Espanha, para posteriormente, convertir-se no primeiro Parque Natural Transfronteiriço em Europa e ser nomeado Parque Natural do Tejo Internacional, formado por 11 municípios espahóis e 2 concelhos portugueses.

Na parte extremenha, abrange os municípios cacerenhos de Alcântara, Brozas, Carbajo, Cedillo, Herrera de Alcântara, Membrío, Salorino, Herreruela, Santiago de Alcântara, Valência de Alcântara e Zarza la Mayor e em Portugal, o concelho de Castelo Branco e Idanha-a-Nova.

Parque Natural do Tejo Internacional, declarado Reserva da Biosfera pela

UNESCO em Março de 2016.

 

Cegonha Preta – a estrela deste espaço natural é a cegonha com 22 casais dentro da zona protegida e mais de 10 casais adicionais no ambiente. Cegonha preta, abutre egípcio, abutre petro, abutre leonado, Papa-figos, garça real, guarda-rios-comum, pega-azul, águia imperial, cormorão, nutria, veado.

Durante os cruzeiros fluviais, por onde navegamos em águas restringidas do parque natural, teremos a possiblidade de obervar um ninho desta espécie junto a outro de abutre egípcio e vários de abutre leonado.

Cada estação do ano, um parque novo.

 

Embora denominada pela importância a sua omitofauna as formações vegetais do parque natural e do seu ambiente merecem ser valorizadas pelo seu grau de conservação e pela sua diversidade.

Juniperus, urze, cistus, viburnum, iris, sobreiro, murta, gilbardeira.

Devemos de fazer menção à elevada riqueza da piscicultura deste ambiente natural, grandes espécies depredadoras centroeuropeias como o Lúcio-perca ou o sirulo, o rio mantém um alto nível de endemicidade na sua composição da fauna com 7 espécies endémicas da Península Ibérica: barco comum, barbo-focinheiro, boga-de-boca arqueada, boga, endemismo da bacia do rio Tejo agora introducida nas do Segura e na do Júcar como consequência da trasfega, Calandino, Cacho e Colmilleja. Também temos o lagostim-vermelho, meio de vida dos pescadores da parte lusa, os quais usam velhas artes de pesca para a sua caça.

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